Ideia de negócio: administradora de condomínios

No início de 2009, o mercado imobiliário parou. Ninguém sabia quais seriam os efeitos da crise financeira internacional no Brasil. Mas o setor reagiu e fechou o ano com 10 mil novas unidades habitacionais, cerca de 3% a mais que em 2008, segundo estimativas do Sindicato das Empresas de Imóveis Residenciais e Comerciais do Distrito Federal (Secovi-DF)

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EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 18.000 (2 computadores com internet, sistema de gestão específico para administração de condomínios e linha telefônica) 
CAPITAL DE GIRO: R$ 25.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 10.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono, 1 gerente e 1 jurídico)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses

As perspectivas continuam favoráveis e, com isso, as administradoras de condomínios prosperam.

No caso da Condomínio Light, o número de condomínios administrados passou de 86 a 122 no ano passado. Em 2010, a meta é somar 140 prédios.

“O mercado está muito bom”, afirma Silvia Regina Santelena Carreira, 47 anos, sócia da empresa criada em 1997. Para atrair clientes, principalmente no primeiro semestre, quando a demanda é menor, o caminho é manter contatos com membros de órgãos do setor, como o Sindico Net, e investir em publicidade na internet.

Quem quer começar um negócio não deve oferecer apenas a administração de condomínios. É preciso incluir outros serviços, como a organização das contas para reduzir gastos, por exemplo. “Esse tipo de trabalho envolve mais planejamento e controle do administrador, mas ajuda a fidelizar a clientela ”, diz Silvia Regina.

Atualmente, dos prédios administrados pela Condomínio Light, 25% são comerciais e 75% residenciais. Em relação ao padrão, 12% são para as classes C e D, 78% para a classe média e 10% para a classe alta. De acordo com Silva Regina, existe muita diferença na hora de lidar com esses três públicos. “As classes de menor poder aquisitivo exigem um trabalho mais instrutivo do que as demais”, afirma. “Os condomínios comerciais são mais fáceis de administrar. Por isso, a meta é ampliar o número de prédios com esse perfil na carteira da empresa em 2010”. Para prestar um serviço de qualidade, Silvia Regina indica um gerente para um grupo de no máximo 15 prédios.

Os contratos entre os condomínios e as administradoras podem ser calculados sobre um percentual da receita líquida dos prédios ou por um valor fixo por apartamento. “Caso a intenção seja oferecer uma redução de custos, o percentual é mais apropriado”, afirma a sócia da Condomínio Light. “Ter um valor fixo é jogar contra a economia.”
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Por: Movimento dos Comunicadores do Brasil

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