Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos realiza ação de enfrentamento à violência em condomínios


Com o objetivo de envolver vizinhos na batalha contra a violência doméstica durante a pandemia, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) preparou material informativo para ser distribuído por organizações como a Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais - ABRASSP e a Confederação Nacional dos Síndicos - CONASI


Foram produzidos informes, cartazes e panfletos com orientações de segurança para mulheres e informações para toda a vizinhança. As peças indicam canais de denúncias como o Ligue 180, aplicativo Direitos Humanos Brasil e o portal da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos (ONDH), alem de exemplificar atos de violência previstos na lei Maria da Penha, considerando o contexto de pandemia.

“Estamos trabalhando no fortalecimento das políticas de enfrentamento à violência em todas as frentes. Na semana passada, anunciamos o lançamento do aplicativo e o site para denúncias, enviamos recomendações para os Organismos de Políticas para as Mulheres e hoje estamos apresentando uma ação voltada para condomínios”, afirmou a titular da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), Cristiane Britto.

Violência Doméstica

Dados do Ligue 180 indicam que, durante o período de quarentena, houve um aumento de quase 9% no número de ligações para o canal, que recebe denúncias específicas de violência contra a mulher.

A ONDH informou que a média diária entre os dias 1º e 16 de março foi de 3.045 ligações recebidas e 829 denúncias registradas e de 3.303 ligações recebidas e 978 denúncias registradas entre os dias 17 e 25 do mesmo mês.

“A situação de isolamento eleva o risco de violência. Acreditamos que o apoio dos vizinhos seja fundamental, para interromper situações que podem levar ao feminicídio”, afirmou a ministra Damares Alves.

Ligue 180

O Ligue 180 é um serviço de utilidade pública oferecido pela ONDH. Por meio da central do Ligue 180, é possível registrar denúncias e obter informações sobre os direitos das mulheres, inclusive com garantia de anonimato.

O serviço funciona 24 horas, todos os dias, inclusive finais de semanas e feriados. Pode ser acionado de qualquer lugar do Brasil e de vários outros países nos exterior.

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Por: Paulo Melo

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